Visibilidade: Masp apresenta obras de 170 artistas indígenas

Histórias indígenas de regiões da América do Sul, América do Norte, Oceania e Escandinávia ganham espaço no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), a partir do dia 20 de outubro. Com a curadoria de artistas e pesquisadores indígenas ou de ascendência indígena, reunindo cerca de 285 obras de várias mídias e tipologias, origens e épocas – que vão desde o período anterior à colonização europeia até o presente –, a exposição ficará até o dia 25 de fevereiro de 2024 no museu paulista. Ao todo, a mostra coletiva que leva o nome “Histórias indígenas”, reúne 170 artistas e ocupa as galerias do 1º andar e 2º subsolo do museu. Em seguida, a mostra viaja para o Kode Bergen Art Museum, na Noruega, o qual tem colaboração e ficará em cartaz na instituição de 26 de abril a 25 de agosto de 2024.

A mostra é uma continuidade às exposições dedicadas às Histórias no MASP, que acontecem desde 2016 – com Histórias da infância (2016), Histórias da sexualidade (2017), Histórias afro-atlânticas (2018), Histórias das mulheres, histórias feministas (2019), Histórias da dança (2020), e Histórias brasileiras (2021-2022) –, a mostra Histórias indígenas oferece novas narrativas visuais, mais inclusivas, diversas e plurais, refletindo a própria abordagem da série, que traz uma diversidade de vozes não somente no corpo de artistas e de obras, como também em sua estrutura curatorial.

A coletiva compreende oito núcleos: sete dedicados a diferentes regiões do mundo, sendo eles, Relações que nutrem: família, comunidade e terra (Canadá); A construção do “eu” (México); Histórias de pintura no deserto (Austrália); Pachakuti: o mundo de cabeça para baixo (Peru); Rompendo a representação (Maori, Nova Zelândia); Tempo não tempo (Brasil); Várveš: escondidos do dia (Sami, Noruega); e um núcleo temático organizado por todos os curadores da mostra, intitulado Ativismos.

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